É hora de agir!

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Fonte: Marisa Tamashiro – https://tinyurl.com/y4rsoq9j

 

Conformismo. Comodismo. Pessimismo. São sentimentos ligados à baixa autoestima e que te impedem de progredir. Quando só você tem o poder da mudança, mas lamentavelmente se deixa levar pela rotina. Sentimentos estes que te tornam letárgico e cego, coadjuvante da sua própria vida. ACORDE!

O livro “O Poder da Ação” do Master Coach Paulo Vieira, Criador do Método CIS e do Coaching Integral Sistêmico, força o leitor a refletir sobre sua postura diante da vida, a questionar suas atitudes, a reconhecer e se autorresponsabilizar pelos erros. Através de uma didática simples, exemplos e exercícios práticos, o autor apresenta seus conceitos, que permitem ao leitor enxergar quais mudanças são necessárias para conquistar seus objetivos.

Você é o único responsável pela vida que tem levado. Você está onde se colocou. A vida que você tem levado é absolutamente mérito seu, seja pelas suas ações conscientes ou inconscientes, pela qualidade de seus pensamentos, seus comportamentos e suas palavras. Por mais doloroso que seja, foi você que levou a sua vida ao ponto em que está hoje. Sendo assim, só você poderá mudar essa circunstância. (Vieira, 2015, p. 64)

Observações pessoais

Durante a leitura me senti incentivada à fazer mudanças tanto no aspecto profissional quanto pessoal, a olhar criticamente para minhas atitudes e minha rotina atual. Além de entender que é preciso ter um controle maior sobre minhas finanças. O modo como o autor conduz os temas faz com que a leitura seja fácil e rápida. RECOMENDO a todos, é uma leitura indispensável.

| Ana Carolina Gomes |

Chikungunya: mal irreparável?

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Fonte: NIAID – https://tinyurl.com/y3n9a39g

A Chikungunya, transmitida através da picada do mosquito Aedes Aegypti, popularmente conhecido como “Mosquito da Dengue”, tem se tornado cada vez mais presente no cenário brasileiro devido à crescente incidência de casos e registros de mortes relacionadas à doença. Com a falta de medicação específica, o tratamento é direcionado somente ao alivio dos sintomas, trazendo limitações ao paciente e em alguns casos, sequelas.

De origem africana, seu nome significa “aqueles que se dobram”, que se refere às intensas dores articulares que persistem nos pacientes durante os três estágios da doença: a fase aguda que consiste no período febril de até quinze dias, subaguda quando as dores articulares persistem por até três meses e se permanecerem além desse tempo, passa a se caracterizar como fase crônica, que pode durar anos. Além disso, esse vírus pode causar à população Síndrome de Guillain Barré, Artrite Crônica, Meningite e Miocardite, complicações que podem levar o paciente a óbito.

Segundo o Ministério da Saúde é necessário intensificar anualmente ações de conscientização e eliminação de focos do mosquito Aedes Aegypti, devido ao crescimento considerável de casos da doença – principalmente durante o período de chuvas e no verão, com o aumento da temperatura – que já é considerado uma epidemia em alguns estados brasileiros. Para evitar a proliferação da Chikungunya, é indicado o uso de repelentes, inseticidas, mosquiteiros para prevenção e cuidados paliativos para melhorar a qualidade de vida do paciente.

Sem dúvida, as sequelas relacionadas à doença são o que a tornam mais agressiva e debilitante para o paciente, se comparada com outras doenças transmitidas pelo mosquito, devido à recuperação lenta, falta de vacinas para prevenção e remédios para cura. Não há um prazo definitivo para a recuperação total, o que a torna quase imprevisível. Dessa forma, a única opção do paciente é tentar manter a rotina e procurar conviver com esse mal. 

| Ana Carolina Gomes |